
A recente publicação da AIC-N 20/26, de 24/08, do DECEA, não é uma solução viável operacional e economicamente. A reação da comunidade aeronáutica foi intensa, mas a análise da ABRAPHE é técnica e cirúrgica.
A sua implementação impõe severas limitações à aviação de helicópteros e à aeronaves voando sob a Terminal São Paulo em Corredores Visuais.
A medida é desproporcional: prejudica um volume alto de voos para acomodar apenas quatro operações IFR em SBMT em um período de 59 minutos, justamente no horário de maior movimento.
A ponderação da ABRAPHE apresentou os seguintes pontos principais:
A AOPA Brasil tem entendimento semelhante ao da ABRAPHE e chama atenção para a desordem que será causada com a implantação. Desordem é risco à segurança e jamais deveria partir de proposta do DECEA.
